Sushi Bar Atari-ya

Pronto, não preciso mais procurar, achei o melhor japonês aqui em Londres. Não é chique, não é descolado, não tem gente bonita e o melhor de tudo, o preço é super honesto. A maioria dos clientes são japoneses, mais um ótimo sinal. Por isso quem vai lá só esta interessado em uma coisa, comer sushi de boa qualidade e isso o Atari-ya tem a rodo. O grupo Atari-ya tem quatro restaurantes (todos sushi bar), quatro lojas especializada em produtos japoneses e uma peixaria com todos os tipos de peixes. O negócio é sentar comer e cair fora, porque também fecha cedo, as 22:30 da noite. Vale muito a pena se você é viciado em comida japonesa que nem eu e sofre para encontrar qualidade com honestidade. Tem também take away para quem não tem paciência de sentar no balcão. Obrigada a minha amiga Yasuko que me passou essa dica!

Vem tudo do mercado de Tsukiji em Tóquio.

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Back to London, back to basics

Saudades de Londres, saudades do frio, saudades dos gatos do vizinho e especialmente da minha casinha. Foram dois meses em São Paulo entre viagens, duas novas sobrinhas, terapia familiar, tarô astrológico, chá de bebê do meu afilhado, infinitos happy hours com as amigas, reencontrando primos queridos e amados….enfim uma vida inteira em apenas dois meses.  Não é à toa que quando cheguei dormi 13 horas (recorde) em uma só noite. Parece que eu tenho duas vidas em dois mundos paralelos. Um é todo colorido, quente, aconchegante, familiar e o outro muito mais real, muito mais interessante, frio e ao mesmo tempo duro. Tenho muita sorte de poder usufruir de ambas as culturas e poder considerar São Paulo e Londres como “minha casa”.  Agora estou de volta ao trabalho, organizando os meus cursos de massagem infantil, trabalhando em um Children Centre com play therapy e cozinhando que nem uma alucinada (amo)! Fora que fui selecionada para ser voluntária nas Olimpíadas de Londres, ainda não sei qual será a minha função mas sei que será com um time de futebol, que também ainda não sei qual.  Sei que sumi no What! About mas foi porque realmente esses meses foram super intensos e infelizmente o Sé (meu amigo querido e companheiro do What! About se mudou para a Nova Zelândia) mas vou atordoa-lo para voltar! Anyway, it’s very good to be back!

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José Ignácio (Uruguay) – special little place

 

4 dias na Pousada Paradiso no quarto da Torre, super simples, but very cool!

 

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Ba hi a

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Leonardo da Vinci na Corte de Milão

Começou em Novembro na National Gallery, em Londres, uma das exposições mais concorridas dos últimos tempos, Leonardo da Vinci – Painter at the Court of Milan. A exposição compõe algumas das obras mais raras desse período, no final do século XV, quando Leonardo era o pintor da corte do Duque Ludovico Sforza em Milão. Pela primeira vez, quadros como The Virgin of the Rocks (as duas versões) e The Lady with an Ermine estão em display. Esta exposição inédita - o primeiro de seu tipo em qualquer lugar do mundo - reúne sensacional empréstimo internacional, nunca antes visto no Reino Unido. Foi missão impossível comprar os ingressos online – sold out no primeiro dia.

The Virgin of the Rocks (as duas versões) 

Lá dentro foi uma luta, milhares de pessoas, mesmo com horário marcado para entrar, a exposição estava lotada. Impressionante os desenhos que ele fez sobre o corpo humano, principalmente do cérebro. O efeito 3D, que é moda hoje em dia, já era dado por Leonardo nas suas obras naquela época. Se vc olhar ao vivo La Belle Ferronniere, você vai ter que concordar comigo que o efeito é o mesmo – ela te segue e parece que esta fora do primeiro plano. Muito louco! Gostei tanto que comprei o post card e já coloquei na minha estante junto com a Elisabeth I.

La Belle Ferronniere

 

 

 

 

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Kulu Kulu – Japanese on the go

Almocei semana passada no Kulu Kulu em Piccadilly antes de ir na exposição do Leonardo da Vinci. Eu estava com aquele desejo de comida japonesa e não estava me aguentando. Aqui em Londres tem vários restaurantes tipo fast food japoneses que você compra os sushis e sashimis embrulhados em uma embalagem de plástico e come na rua. Já comi várias vezes esses tipos, mas hoje em dia prefiro sentar e comer um peixe de boa qualidade e saber da onde ele veio –  quem gosta de atum borrachudo? Para conseguir saciar essas vontades e não falir (comida japonesa é cara em qualquer lugar do mundo) o Kulu Kulu é uma boa pedida. O serviço é tipo esteira e cada prato é um preço. Fiquei super satisfeita gastando 10 pounds. O chá verde é de graça e se quiser uns sushis especiais, eles fazem na hora. As vezes tem fila, mas ninguém pode ficar mais de 45 minutos no balcão, por isso não demora tanto assim.

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Box Park

Semana que vem, dia 3 de dezembro inaugura o primeiro Pop Up Mall do mundo, localizado em Shoreditch, East London. As lojas temporárias estarão instaladas dentro de containers de navio e o BoxPark será aberto por 5 anos, não mais que isso. A idéia de Roger Wade é criar um projeto de grande escala, mas promovendo um aluguel curto, versátil e com preço acessível para os lojistas. Outro detalhe não convencional é o horário, ao invés de abrir das 10-6pm como todos os outros shoppings, funcionará das 12-8pm.

Não espere encontrar uma H&M ou Zara por aqui, todas as lojas foram convidadas com o intuito de criar um mix revolucionário de diversas marcas. Algumas das lojas são:  Abuze, Boxfresh, House of Billiam, Luke, One True Saxon, OnePiece, Palladium, Smile, Lacoste Live, Original Penguin, Levi’s, Irregular Choice, Puma and Gola, Amnesty, Art Against Knives, Bukowski, Nike e Oakley.

Amei a idéia!

Boxpark, Shoreditch High Street,
Shoreditch, London, E1 6JE

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Good Old England!

Sucesso absoluto em Nova York, a peça Jerusalém vem sendo aclamada como um marco na nossa geração. O texto é atual e inteligente, os personagens são todos bem construídos e o cenário lindo (amei as cadeiras velhas de lata da Coca-Cola). Mas o que faz essa peça única é a performace de Mark Rylance como o gypsy Johnny “Rooster” Byron. Não é a toa que ele ganhou o Tony como melhor ator no ano passado. O espetáculo já esta sold out, mas dá ainda para conseguir por fora e se prepare pra pagar uma fortuna, porque tem muita procura. Tem gente assistindo duas ou três vezes, só para você ter uma idéia do impacto que Rooster esta fazendo nas pessoas. Você acaba vivendo com ele as mesmas emoções que ele vive na peça, você se identifica e ao mesmo tempo ele provoca reações distintas como alegria, raiva, tristeza …. é disparado uma da melhores peças que eu já vi e Mark Rylance é brilhante!

Não se deixe enganar pelo nome, Jerusalém não tem nada haver com a capital de Israel e nem um pouco com judaísmo. Na verdade é a mais pura imagem atual de uma cidadezinha e seus habitantes no interior da Inglaterra e também do misticismo e folclore regional. Para entender bem a peça, você tem que ter uma noção bem ampla da cultura inglesa de hoje em dia, o background e também o idioma, porque tem bastante gíria e um sotaque bem carregado. A peça é longa, com dois intervalos, mas não senti nem um pouco o tempo passar. Sinal que realmente o negócio é bom!

Outro detalhe nada a ver com esta peça que sempre me deixa intrigada é a venda de sorvete nos intervalos de qualquer show no West End. Não sei se você já percebeu isso. Fui atras e a melhor explicação é que Carlo Gatti deve ter sido a pessoa que introduziu sorvete ao teatro. Ele era um cavalheiro suíço que veio para Londres no século 19 e foi a primeira pessoa a tornar o sorvete disponível ao público. Durante as décadas de 1860 e 1870, ele também passou a produzir vários shows e peças. Mesmo assim não é possível provar que ele é responsável por essa dupla que até hoje faz sucesso – que não faz barulho como pipoca – mas há uma grande chance de que alguma parte do sorvete vá parar na sua blusa.

 

 

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The Killing II

Começa amanha aqui na Inglaterra a segunda temporada da série dinamarquesa “The Killing”. Sucesso absoluto, todo mundo queria saber quem matou Nanna Birl Larsen - não tanto quanto quem matou Odete Roitman - mas tudo bem, para os padrões de fanatismo classe média alta inglesa tá mais que bom. Para vocês terem uma idéia, vi os 20 episódios (1 hora cada) em menos de quatro dias…very intense!! Quem segura a onda e arrebenta é a protagonista - a detetive Sarah Lund (Sofie Grabol) - que virou até fashion icon com o seu sweater de trico, são 3 modelos que ela não tira de jeito nenhum. A personagem dela é tão fascinante que não teve jeito e os produtores tiveram que providenciar a segunda e a terceira temporada. “Sarah Lund ainda me parece cheia de segredos” descreve Sofie sobre a sua personagem. Fora que dá a maior vontade de conhecer a Dinamarca, mesmo com um tempo horroroso (só chove durante a série inteira). No Brasil, infelizmente, só passa a versão americana no canal pago A&E, o que não é a mesma coisa…uma pena que o Brasil sempre vá atrás dos americanos.

Um dos famosos sweater!

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Bali

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